PROGRAMA:
L. Soldado (n. 1972) Sisyphus para quarteto de cordas I. At the foot of the mountain II. Rolling the rock III. The hour of consciousness IV. The rock’s victory V. I conclude that all is well
F. Lopes-Graça (1906 – 1994) / / S. Azevedo (n. 1968) Horas pastoris I. Prelúdio II. Idílio III. Marchinha IV. Endecha V. Prestissimo VI. Arrolo VII. Dança Campestre
A. Dvorák (1841 – 1904) Quarteto de cordas nº 12 em Fá maior, Americano, op. 96 I. Allegro ma non troppo II. Lento III. Molto vivace – Trio IV. Finale. Vivace ma non troppo
ENSEMBLE DARCOS
Sísifo era considerado o mais astuto dos mortais e um grande opositor aos deuses. Foi condenado a empurrar repetidamente uma rocha até ao cimo de uma colina com o único objectivo de a fazer rolar novamente pela colina abaixo. Luís Soldado inspirou-se em O Mito de Sísifo de Albert Camus para compor este quarteto de cordas em cinco andamentos. Sérgio Azevedo, um dos compositores portugueses mais importantes da sua geração, completa as Horas Pastoris do mestre Fernando Lopes-Graça com uma instrumentação para quarteto de cordas com piano. Dvorák compôs o Quarteto de Cordas Americano em 1893, no período em que viveu nos Estados Unidos e passou férias no estado do Iowa, afastado das grandes cidades, rodeado pela natureza. Influenciado pela música popular de origem negra, pretendia escrever “qualquer coisa que fosse muito melodiosa e simples.
